Em Quando o mar canta, Marco Antonio Milani narra a trajetória de Thierry Stump, construtor naval conhecido por embarcações como o Paratii 2 e Kotik. O livro apresenta a trajetória de Thierry, que se inicia com uma infância marcada por deslocamentos e dificuldades de adaptação. Crescendo em São Paulo, ele se apaixona pelo mar e pelas histórias de navegação e acaba construindo o veleiro no quintal, com o qual cruza o Atlântico.
Ao voltar ao Brasil, inicia sua carreira na construção naval, e, em busca de constituir o próprio estaleiro, acaba estabelecendo uma parceria com Amyr Klink.
“Mais do que um retrato individual, o livro revela um modo de pensar o trabalho, a técnica e o risco. Os barcos criados por Stump, concebidos em Itapevi (SP) e transportados por terra até o mar, sintetizam uma visão que recusa atalhos e soluções óbvias. Quando o mar canta é o relato de uma vida guiada pela persistência e pela escuta atenta de um chamado que vem do oceano.”
Marco Antonio Milani nasceu em 1989, em Bariri (SP). Formou-se em História e atuou na educação e pesquisa nas cidades de Assis e Atibaia, até retornar à cidade natal, onde atua como empresário. Publicou Raízes da culinária baririense, que trata da história local por meio da cultura alimentar, em coautoria com Vanessa Rovaris. Escreve para os jornais Correio de Atibaia (2017) e Noticiantes (desde 2025).
Após um diagnóstico de melanoma durante a pandemia da Covid, adentrou a uma jornada de autoconhecimento, na qual descobriu seu amor pelo mar e pela vela. Desse interesse, nasceu a vontade de escrever sobre a vida de Thierry Stump.
Quando o mar canta acompanha a formação de Thierry Stump e seu percurso singular na construção naval, uma trajetória marcada por deslocamentos, risco e trabalho, em que a construção de barcos se confunde com a construção de um destino. A obra traz textos de apresentação de Amyr Klink e Marcos Hurodovich.
Raízes da culinária baririense convida o leitor a passear pelas trilhas da cultura caipira, que fundou uma verdadeira civilização do arroz com feijão no Brasil, e pelas grandes ondas migratórias que nos trouxeram novos aromas e sabores ao nosso país. Tudo isso através das memórias dos baririenses, que contam o que se comia e de que maneira, com as cores especiais do sotaque local. Depois dessa viagem, o leitor ou leitora nunca mais enxergará um belo prato de “comida com mistura” da mesma maneira.